Mais de 7 mil garrafas de whisky suspeito são apreendidas em Várzea Grande

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Na manhã desta sexta-feira (24), equipes da Vigilância Sanitária Estadual e Municipal, Polícia Civil, Decon, Mapa e Politec realizaram uma operação em um depósito de grande rede atacadista na Avenida Júlio Campos, em Várzea Grande.

A ação teve como objetivo localizar e recolher lotes de whisky suspeitos de causar intoxicação por metanol, incluindo casos graves que deixaram um empresário de Água Boa internado em Goiânia com problemas de visão.

Durante a fiscalização, mais de 7 mil garrafas foram apreendidas, lacradas e separadas, permanecendo sob custódia da rede atacadista até a conclusão das análises laboratoriais.

As amostras foram enviadas ao Laboratório Central do Estado (Lacen) para investigar a presença de metanol ou outras substâncias tóxicas, e ainda não há previsão para a divulgação do resultado.

Segundo o delegado Rogério Ferreira, da Decon, não há confirmação de falsificação, mas divergências nos números de lote entre caixas e garrafas motivaram a retirada preventiva do produto do mercado. “O recolhimento é uma medida de precaução. Caso o laudo confirme adulteração, as bebidas serão descartadas de forma segura; se negativo, poderão retornar à venda”, explicou.

As investigações começaram após denúncias registradas entre 22 e 23 de outubro em Água Boa, Nova Xavantina e Barra do Garças, motivadas por casos de intoxicação ocorridos entre 11 e 14 de outubro.

Diante da situação, a Vigilância Sanitária reforçará as inspeções em bares, distribuidoras e depósitos para identificar e retirar produtos adulterados, orientando a população a comunicar qualquer suspeita às autoridades competentes.

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