O ministro Carlos Fávaro foi exonerado temporariamente para retomar sua cadeira no Senado e assegurar um voto favorável ao governo na CPMI. A estratégia visa neutralizar a suplente Margareth Buzetti, que pretendia votar pelo indiciamento de “Lulinha”, contrariando as orientações do Palácio do Planalto. Com essa movimentação, o governo busca consolidar sua base e evitar uma derrota política em uma votação marcada por intensa polarização entre aliados e oposição.
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