Cuiabá diz que medidas foram tomadas quanto a denúncia de estupro em escola

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Fonte: Gazeta Digital, créditos da imagem: Prefeitura de Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Educação, informou que repassou documentos e materiais da escola onde um aluno teria sido estuprado à Polícia Civil, que investiga o crime. A pasta garantiu total suporte e colaboração para solucionar o caso, confrontando o que disse a mãe da vítima, de que a denúncia foi ignorada. Não foi detalhado sobre a conduta quanto aos suspeitos do crime sexual.

A situação de abuso de um menino de 9 anos, ocorrida em uma escola municipal, veio à tona nesta quinta-feira (11), porém o boletim de ocorrência foi registrado ainda em novembro.

A prefeitura alega que o registro policial data de 17 de novembro e, no dia seguinte, a mãe requereu a transferência do filho. Questionada pela direção sobre o motivo, a mulher relatou o suposto abuso sofrido pela criança.

A mãe contou ao GD que a queixa não foi tratada com a devida seriedade que o caso requer por parte da direção da escola. Por outro lado, a prefeitura garante que tomou as medidas protocolares cabíveis, com a comunicação ao Conselho Tutelar e à Polícia Civil, além do encaminhamento do menor à rede de acompanhamento.

Conforme resposta divulgada na tarde desta quinta-feira pela gestão municipal, em 24 de novembro, a direção da escola foi oficialmente requisitada pela Polícia Civil a fornecer documentos e as imagens do circuito interno referentes ao dia 28 de outubro. Desde então, tanto a escola quanto a Secretaria têm colaborado integralmente com as autoridades responsáveis pela investigação.

“A pasta reafirma seu compromisso absoluto com a proteção de todos os estudantes e seu repúdio a qualquer forma de violência dentro ou fora do ambiente escolar. A Secretaria permanece à disposição das autoridades, colaborando para o pleno esclarecimento dos fatos, sempre respeitando a mãe e sua preocupação, mas também observando as informações técnicas e os registros formais que compõem a investigação”, diz o comunicado da prefeitura.

O caso
Segundo a mãe relatou ao GD, o filho reclamava de dor na região anal, mas não mencionava o motivo da dor, e ela também não percebeu nenhuma anormalidade no comportamento da criança, que mora com a avó. Após alguns dias, o menor detalhou à avó a violência sofrida.

No boletim de ocorrência obtido pelo GD, a mãe narra o que o filho contou. Segundo o menino, os agressores esperavam que ele fosse ao banheiro para cometer os abusos. A vítima citou os nomes de 4 meninos e acusou um quinto desconhecido, todos do quarto ano, com cerca de 12 anos.

A criança relatou o uso de lápis, além do órgão sexual, para os estupros. Somada à violência sexual, a criança era ameaçada de espancamento caso contasse sobre os episódios.

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