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segunda-feira, julho 27, 2026
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Mulher e filho são rendidos por criminosos e têm carro roubado na frente de casa no RJ

 

Uma mulher foi rendida por dois criminosos e teve o carro roubado na calçada de casa na tarde da última terça-feira (25) no bairro Taquara, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro. No momento do assalto, a vítima estava acompanhada do filho.
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Polícia encontra cocaína avaliada em R$ 10 milhões escondida em Fiat Toro

Fonte: Muvuca Popular

Da Redação

 

Mais de 122 quilos de cloridrato de cocaína, avaliados em mais de R$ 10 milhões, foram apreendidos pela Polícia Civil, durante os trabalhos da Operação Carga Pesada, deflagrada na manhã desta quinta-feira (27), em Barra do Garças (512 km de Cuiabá).

Os policiais estavam em diligências para cumprimento das ordens judiciais de apreensão de veículos, quando abordaram um veículo Fiat Toro, na Rodovia BR-070.

Durante a revista veicular, os policiais encontraram no banco traseiro da caminhonete três caixas carregadas com tabletes de cloridrato de cocaína. O veículo foi apreendido e encaminhado à Delegacia Regional, sendo também identificadas diversas repartições na carroceria com mais tabletes da droga.

Foi necessária a utilização de ferramentas para cortar a lataria do veículo e retirar o entorpecente, sendo encontrados no total 115 tabletes da substância, que somam mais de 122 quilos.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Pablo Borges Rigo, a apreensão representa uma grande perda para o tráfico de drogas e investigados. “O valor estimado é de mais de R$ 10 milhões em prejuízo para grupo criminoso”, disse o delegado.

A operação cumpre 422 ordens judiciais e tem como foco a desarticulação de um sofisticado esquema de lavagem de capitais, praticado por uma associação criminosa, com movimentações financeiras que ultrapassam R$ 100 milhões nos últimos anos.

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Centro de pesquisa contra câncer de Cuiabá é o único no Centro-Oeste; veja

Fonte: Gazeta Digital, créditos da imagem: Divulgação

Mato Grosso conta com um importante Centro de Pesquisas do Câncer e que atua na região já há quase 10 anos. André Crepaldi, oncologista e pesquisador da Oncolog, explica que durante a trajetória do local, cerca de 200 pacientes foram recrutados e 13 pesquisas foram lideradas, incluindo um estudo sobre a covid-19.

O Centro de Pesquisas do Câncer da Oncolog é o único na região Centro-Oeste que possui o selo ONA de qualidade, uma acreditação, que é reconhecida internacionalmente. Crepaldi explica que o projeto começou ainda em 2015, dentro do Hospital do Câncer, em Cuiabá.

“Com a expansão do projeto, trouxemos o centro de pesquisa para o prédio onde a Oncolog atua. Temos quatro médicos pesquisadores e atualmente lideramos sete estudos em diversas áreas do câncer”, pondera.

Entre as pesquisas, estão avanços para tratamento de câncer de mama e no colo de útero, por exemplo. Boa parte desses estudos são financiados por grandes farmacêuticas, que têm interesse em novas drogas disponíveis no mercado.
O processo de seleção e recrutamento para participantes costuma ser extremamente rigoroso. Crepaldi explica também que o processo é longo. “Algumas pesquisas levam anos para serem iniciadas, pois existe toda uma ética e rigidez em diversos protocolos a serem seguidos”, diz.

Novos estudos

Neste segundo semestre, o Centro iniciará novos estudos na área do câncer de mama, financiados pela AstraZeneca, e estudos do câncer de Mieloma Múltiplos, financiados pela Janssen.

Crepaldi explica que qualquer paciente oncológico com a doença na área do estudo pode se candidatar. “Existem muitos critérios a serem considerados até o paciente estar apto a ser o objeto de estudo. Recrutamos 40, 50 pessoas e por muitas vezes nenhum se encaixa nos critérios”, diz.

Além da ética, todo o processo é de extremo sigilo e gastos como transporte são custeados pelo centro. Para Crepaldi, o centro simboliza esperança para aqueles que convivem com o diagnóstico.

“Lidar com o câncer não precisa ser necessariamente uma sentença de morte e o nosso trabalho aqui é de trazer novas possibilidades de qualidade de vida e tempo de sobrevida dos pacientes” finaliza.

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Rossi tem grande noite, mas não evita a derrota do Flamengo para o Juventude

Fonte: Gazeta Digital, créditos da imagem: Marcelo Cortes / Flamengo

O goleiro argentino Rossi, desta vez, foi o protagonista do Flamengo com grandes defesas, porém, não evitou a derrota por 2 a 1, de virada, para o Juventude, nesta quarta-feira, em Caxias do Sul (RS), no Estádio Alfredo Jaconi pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com a derrota, o time carioca perdeu a série de sete jogos invicto e segue com 23 pontos, enquanto o Juventude chega aos 16, em posição intermediária.

Se desta vez o Flamengo não jogou bem, valeu a garra e o melhor futebol do Juventude que manteve um longo tabu nos confrontos contra o time carioca, não perdendo diante de sua torcida há 27 anos, desde 1997 (1 a 0 em 1º de outubro). Agora são 13 jogos sem perder, se mantendo como uma grande asa negra flamenguista.

Com os dois times armados no mesmo esquema tático – 4-3-3 – o jogo ganhou movimentação e dinamismo. Os gols saíram em falhas na marcação.

O Flamengo saiu na frente aos 18 minutos, quando Luiz Araújo fez o drible de corpo em um adversário e levantou na pequena área. O goleiro Mateus Claus saiu errado e não pegou a bola, que bateu no peito de Pedro e entrou.

 

Sexto gol dele.

A reação do Juventude foi rápida, com o empate saindo aos 25. Nenê cobrou falta perto da bandeira de escanteio, a bola saiu em curva e na pequena área o grandalhão Lucas Barbosa subiu mais do que a defesa para desviar de cabeça.

A defesa carioca voltou a falhar no jogo aéreo aos 32, quando Danilo Boza cabeceou na segunda trave e o goleiro Rossi salvou a bola que entraria no seu ângulo esquerdo.

Mateus Claus também salvou um gol aos 45, quando Lorran testou de cima para baixo e o goleiro do Juventude saltou para mandar a bola para escanteio.

Nos acréscimos outra grande defesa de Rossi, num chute de Erick Farias que desviou na defesa, a bola subiu e só não entrou porque o flamenguista deu um tapa nela. Com a baixa temperatura, os reservas do Flamengo pediram cobertores para se proteger antes do intervalo.

Preocupado com a pressão adversária, Tite voltou para o segundo tempo com o volante Allan no lugar do meia Lorran, reforçando o setor de meio-campo. Rossi evitou o segundo gol gaúcho ao defender, em dois tempos, uma cabeçada à queima roupa de Erick. A bola subiu e caiu nos seus braços em cima da linha de gol.

De outro lado, Mateus Claus também fez uma grande defesa num chute de frente de Luiz Araujo, aos 22 minutos, após passe açucarado de Pedro. Aos 30 minutos, outra defesa de Rossi que de corpo rebateu o chute de frente de Gilberto, já na pequena área. Aos 39, espalmou o toque final de Lucas Barbosa, já na pequena área.

Depois de tantos milagres de Rossi, enfim, o Juventude marcou o segundo gol aos 41 minutos. Após escanteio, houve o desvio de cabeça no primeiro pau e Luis Mandaca, na segunda trave, entrou de carrinho para completar a bola para as redes.

Antes disso, Tite estava assustado e tinha reforçado o fôlego com a entrada de três jogadores ao mesmo tempo: Carinhos, David Luiz e Everton Araújo.

No final, o Flamengo ainda teve uma chance com Ayrton Lucas, mas após chute cruzado, o goleiro Claus desviou com os pés.

No final de semana, pela 13ª rodada, o Flamengo volta ao Maracanã para receber o Cruzeiro, que venceu por 2 a 0 o Athletico, no Mineirão.

O jogo será disputado domingo, às 18h30. No mesmo dia, o Juventude vai enfrentar o Fortaleza, a partir das 16 horas, na Arena Castelão.

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Empreendedora Supera Desafios e Transforma a Maternidade em Sucesso Empresarial com a Auhe Kids

Fonte: Top Famosos

Amanda Resende, uma empreendedora com mais de 15 anos de experiência, encontrou na maternidade uma nova inspiração para o mundo dos negócios. Ao se tornar mãe de Augusto e Helena, ela percebeu a necessidade de unir praticidade e qualidade no vestuário infantil para ocasiões especiais. Dessa necessidade nasceu a Auhe Kids, uma loja online que, há quatro anos, vem conquistando os corações de pais e filhos.

Desafios e Superação no Empreendedorismo Materno

O caminho de Amanda não foi fácil. Conciliar a maternidade com o empreendedorismo no Brasil exige coragem, determinação e muita organização. “Quando o Augusto nasceu, eu vi que precisava de um negócio que facilitasse a vida das mães. Assim, nasceu o sonho de uma loja de mãe para mãe, onde os detalhes fossem pensados com carinho e cuidado”, conta Amanda.

A decisão de focar em um nicho específico – roupas para batizados e ocasiões especiais – foi um diferencial que permitiu à Auhe Kids se destacar no mercado. “Não faz sentido tentar vender para todo mundo. O importante é oferecer algo único e especial, que atenda às necessidades específicas dos nossos clientes”, explica.

Praticidade e Qualidade: Uma Combinação de Sucesso

Na Auhe Kids, cada peça de roupa é escolhida a dedo por Amanda. Ela se envolve em todos os aspectos do negócio, desde a seleção dos looks até a embalagem dos pedidos. “Eu sei da importância de escolher um look para seu filho. Quero que cada cliente sinta o carinho e o cuidado em cada caixinha que enviamos”, afirma.

Essa atenção aos detalhes e o compromisso com a qualidade foram fundamentais para o crescimento da loja, que recentemente inaugurou sua primeira unidade física em São Paulo, em novembro de 2022. “Foi um passo importante para estarmos mais próximos dos nossos clientes e oferecermos uma experiência ainda mais completa”, celebra Amanda.

Inspiração para Mães Empreendedoras

A trajetória de Amanda Resende com a Auhe Kids é uma inspiração para muitas mães que sonham em empreender. “É possível conciliar a maternidade com um negócio de sucesso. É preciso coragem, planejamento e muito amor pelo que se faz”, ressalta. Ela acredita que seu papel como mãe a tornou uma empreendedora mais atenta e dedicada, capaz de entender as necessidades de outras mães e transformar essas necessidades em soluções práticas e encantadoras.

A história de Amanda e da Auhe Kids é um exemplo de como a dedicação e o foco em um nicho específico podem transformar um sonho em realidade. Com coragem e determinação, Amanda superou os desafios do empreendedorismo materno e criou uma marca que vai além da venda de roupas, entregando amor e cuidado em cada detalhe.

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Entenda como funciona o cálculo das taxas de inflação

© Marcello Casal JrAgência Brasil

Todos os meses, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga os dados da inflação oficial do país. Junto com os números, que mostram a variação média do custo da cesta de compras dos consumidores brasileiros, sempre aparecem termos como deflação, aceleração, impacto e siglas como IPCA, INPC e IPCA-15, entre outros.

Para ajudar o leitor a compreender melhor as informações divulgadas sobre esse assunto que afeta o orçamento de milhões de pessoas, a Agência Brasilexplica alguns termos que são usados por economistas e jornalistas e também como esses índices são calculados.

O primeiro passo para entender de que forma essas informações atingem o bolso dos brasileiros é compreender o conceito de inflação, que nada mais é do que um aumento de preços.

Para adquirir determinado produto ou serviço, é preciso pagar um valor, que muda com o passar do tempo. O preço de um pacote de arroz, por exemplo, pode subir ou cair, dependendo de uma série de fatores, como escassez do item ou aumento da procura.

Se o preço de um produto qualquer subiu de R$ 10, em abril, para R$ 12 em maio, por exemplo, houve aumento de R$ 2, ou seja, de 20%. Isto significa que houve inflação de 20% nesse produto específico, no período de um mês (maio em relação abril).

Se, em junho, o preço do mesmo produto sobe para R$ 17, percebe-se que houve aumento de R$ 5 em relação ao valor cobrado em maio (R$ 12), ou seja, alta de 41,67%. Em junho, então, a inflação do item chegou a 41,67%.

“Inflação é, na verdade, um aumento de preços expresso em variação percentual. Se vamos ao supermercado e identificamos que os produtos que compra subiram de preço, estamos pagando mais caro por esses produtos, isso significa que a variação percentual dos preços subiu”, explica o economista da Fundação Getulio Vargas (FGV) Andre Braz, que coordena os levantamentos de preços feitos pela instituição.

Aceleração

A cada mês, no entanto, os produtos apresentam uma variação diferente. No caso do produto fictício citado acima, em maio, a inflação ficou em 20%, enquanto em junho, a diferença em relação ao preço do mês anterior foi 41,67%.

Nesta situação específica, houve aumento de preços tanto em maio quanto em junho. Além disso, o percentual de aumento foi maior em junho do que em maio. Nesse caso, dizemos que “a inflação acelerou”, “a inflação aumentou” ou “a inflação subiu” 21,67 pontos percentuais, ao passar de 20% em um mês para 41,67% no mês seguinte, acrescenta o economista.

Ou seja, diz-se que a inflação aumentou ou acelerou quando se comparam duas taxas de inflação de diferentes períodos. A comparação é expressa em pontos percentuais porque mostra a diferença de uma porcentagem em relação a outra porcentagem. Quando se calcula a diferença entre 41,67% e 20%, encontra-se 21,67 pontos percentuais.

Desaceleração

Em outra situação, destaca-se um produto, cujo quilo custava R$ 30 em abril e passou a custar R$ 35 em maio e, depois, R$ 36 em junho, as taxas de inflação seriam as seguintes: 16,67% em maio (já que o preço subiu R$ 5 de abril para maio) e 2,86% em junho (já que aumentou R$ 1).

Nesse caso, o preço subiu nos dois meses, mas a inflação apresentou um percentual menor em junho (2,86%) do que em maio (16,67%). Por isso, dizemos que ela “desacelerou”, “caiu” ou “diminuiu” 13,81 pontos percentuais entre os dois meses.

Dizer que a inflação desacelerou, diminuiu, ou caiu, não significa dizer que os preços caíram. Pelo contrário, eles continuaram subindo, por isso, registraram inflação. No entanto, apresentaram em junho, aumento de preço (R$ 1) menor do que em maio (R$ 5).

“É um conceito básico. A inflação é um aumento de preços.” Quando a inflação cai, significa que os preços aumentaram menos, mas continuaram aumentando. “Inflação menor não é queda de preços, é aumento menor”, ressalta o professor de economia do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec) Gilberto Braga.

Deflação

Se, em vez de aumento de preços de maio para junho, houvesse queda de preços, isso significaria que houve deflação, ou seja, um movimento inverso ao da inflação (alta de preços).

Por exemplo, caso o preço de um item passasse de R$ 15 em maio para R$ 10 em junho, teria havido deflação de 33,33%.

Portanto, queda de inflação é diferente de queda de preços (deflação). No caso da deflação, houve queda de preços em um período na comparação com o período anterior. No caso da queda da inflação, houve aumento de preços em um período, mas o crescimento foi menor ou menos acelerado que no período anterior.

Impacto

Para calcular a variação de preços, os pesquisadores consultam os valores cobrados em diversos estabelecimentos nas principais cidades do país, durante um período naquele mês. É então calculado o preço médio, com base nos valores apurados junto aos estabelecimentos, o qual é comparado com aquele praticado no mês anterior.

“A gente sempre pesquisa os mesmos produtos, as mesmas marcas e as mesmas unidades de medida, nos mesmos locais”, informa André Braz. “Fazendo uma média de todos os produtos pesquisados, a gente consegue responder o quanto, em média, os alimentos, por exemplo, ficaram mais caros ou mais baratos. E repete esse exercício para outras despesas que vão além de alimentação, como gastos com habitação, com vestuário, com saúde, com transporte. Tudo isso faz parte da cesta de consumo das famílias e também é analisado.

Centenas de produtos e serviços são pesquisados. Os itens a serem analisados são definidos a partir de outras pesquisas, como a POF, a Pesquisa de Orçamentos Familiares, que estima o quanto as famílias brasileiras gastam mensalmente, em média, com cada produto ou serviço.

Com base nesse conhecimento, é possível definir o quanto cada item, como feijão, escola do filho, gasolina, passagens de ônibus, roupas, remédios e planos de saúde, entre outros produtos e serviços, pesam no orçamento das famílias. A partir do peso de cada item e da variação de preços, calcula-se o índice de inflação.

“É um cálculo estatístico que leva em consideração hábitos de consumo da população. Ou seja, os itens têm graus de importância diferentes dentro de uma fórmula estatística”, explica Braga.

Quando se diz que a inflação em junho foi 0,5%, por exemplo, significa que o instituto de pesquisa fez um cálculo que considerou as variações de preço de cada item e o peso que cada um deles tem no orçamento das famílias.

O “impacto” de cada produto na taxa de inflação avalia o quanto o preço variou e considera, ao mesmo tempo, o peso que ele tem no orçamento das famílias. Por exemplo, um produto pode ter variado 20%, mas ter tido impacto quase nulo na inflação, porque seu peso é irrelevante.

Por outro lado, um item pode ter variado 1% e ter causado impacto considerável na inflação, porque tem peso importante na cesta de compras das famílias.

Diferentes siglas

No Brasil, os principais institutos de pesquisa que calculam a variação de preços periodicamente são o IBGE e a FGV. Ambos têm diferentes índices de inflação, que variam de acordo com  metodologias e cestas de produtos/serviços pesquisadas.

O principal índice brasileiro é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), também chamado de inflação oficial, calculado pelo IBGE, com base na cesta de compras de famílias com renda entre um e 40 salários mínimos, e usado como referência para os governos e economistas para definição de políticas econômicas, como o estabelecimento da taxa básica de juros e o reajuste do salário mínimo.

Tem ainda o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que considera a cesta de compras de famílias com renda entre um e cinco salários mínimos. Determinados produtos têm mais peso no INPC que no IPCA, como alguns itens alimentícios, enquanto outros têm menos peso.

Além deste, o IBGE divulga o IPCA-15, que é uma prévia da inflação oficial, calculada com base em preços coletados até o meio do mês, o Índice de Preços ao Produtor (IPP), que calcula o preço dos produtos na saída das fábricas, e o Sinapi, que mede a variação do custo da construção civil no país.

Já a FGV divulga indicadores como Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPCS), que mede a variação de preços no varejo semanalmente, e o Índice Geral de Preços (IGP), que inclui preços no atacado, no varejo e na construção.


Fonte: Vitor Abdala | Agência Brasil

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STF abre sessão para diferenciar usuário e traficante de maconha

© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu a sessão que vai definir a quantidade de maconha que deve caracterizar uso pessoal para diferenciar usuários e traficantes.

A análise é um desdobramento do julgamento no qual a Corte definiu na terça-feira (25) descriminalizar o porte de maconha para uso pessoal.

Pelos votos já proferidos na questão da descriminilização, a medida deve ficar entre 25 e 60 gramas ou seis plantas fêmeas de cannabis. Os ministros também poderão estabelecer uma quantia média que contemple todos os votos. Dessa forma, a quantidade poderá ficar em torno de 40 gramas.

A tese final do julgamento também será definida na sessão de hoje. Com a decisão final, cerca de 6 mil processos que estavam suspensos e aguardavam a decisão do Supremo serão destravados.

A descriminalização não legaliza o uso da droga. O porte de maconha continua como comportamento ilícito, ou seja, permanece proibido fumar a droga em público, mas as punições definidas contra os usuários passam a ter natureza administrativa, e não criminal.

A norma prevê a prestação de serviços à comunidade, advertência sobre os efeitos das drogas e comparecimento obrigatório a curso educativo como consequências do porte de drogas.

Com a decisão da Corte, deixa de valer a possibilidade de cumprimento de prestação de serviços comunitários, além do registro de reincidência penal.


Fonte: André Richter | Agência Brasil

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Jogos Paralímpicos Mato-grossenses reúne atletas com deficiência a partir desta quinta (27)

O ginásio Fiotão, em Várzea Grande, será palco da abertura e de competições - Foto por: Divulgação

A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) promove, de quinta a domingo (27 a 30.06), a primeira edição dos Jogos Paralímpicos Mato-grossenses. A competição esportiva reunirá pessoas com deficiências física, intelectual e visual em disputas no atletismo, natação, goalball, tênis de mesa, bocha, badminton, halterofilismo e judô.

A abertura oficial do evento ocorre na quinta (27), às 18h30, no ginásio Fiotão, em Várzea Grande. O município é parceiro da Secel na realização dos Jogos Paralímpicos Mato-grossenses.

“Será um momento muito especial. É a primeira edição de uma competição paralímpica estadual, trazendo inclusão e possibilitando a revelação de novos talentos esportivos, além do incentivo à prática de esporte por pessoas com deficiência.  Convidamos a todos para prestigiar e conhecer as modalidades do paradesporto”, enfatiza o secretário da Secel, David Moura.

Participam das competições mais de 200 atletas com deficiência, representando os municípios de Alta Floresta, Alto Paraguai, Alto Garças, Brasnorte, Cáceres, Campo Verde, Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Paranatinga, Rondonópolis, Sinop, Sorriso e Várzea Grande.

Divididas por faixa etária, as disputas abrangem as categorias sub-11, sub-14, sub-16 e sub-18, com atletas de 9 a 17 anos. Haverá também disputas nas categorias adulto master (18 a 35 anos) e absoluto (36 anos ou mais).

Além da disputa por títulos de campeões mato-grossenses, a competição também servirá de seletiva para a etapa nacional das Paralimpíadas Escolares, que são promovidas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

As datas e horários das competições são distribuídas de acordo com modalidades.

Confira a programação:

Sexta-feira (28) 
Atletismo: 8h às 12h, no Centro Oficial de Treinamento (COT) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá
Natação: 14h às 18h, na piscina olímpica da UFMT, em Cuiabá
Bocha: 8h às 12h e 14h às 18h, no Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), em Várzea Grande
Parabadminton: 8h às 12h e 14h às 18h, no ginásio Fiotão, em Várzea Grande

Sábado (29)
Goalball: 8h às 12h e 14h às 18h, no ginásio Fiotão, em Várzea Grande
Halterofilismo: 8h às 12h, na Academia Mídia, bairro Costa Verde, em Várzea Grande

Domingo (30)
Judô: 8h às 12h, no Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), em Várzea Grande
Tênis de mesa: 8h às 12h, no ginásio Fiotão, em Várzea Grande


Fonte: Cida Rodrigues | Secel-MT

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Prazo para conclusão de processos de primeira habilitação no Detran-MT termina em dezembro

Detran-MT

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabeleceu que o prazo para a conclusão dos processos de primeira habilitação, iniciados entre 2019 e 2023, no Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT), termina em dezembro de 2024. A Deliberação nº 271 do Contran, publicada em 27 de dezembro de 2023, prorrogou os prazos de todos os processos ativos por mais um ano.

O diretor de Habilitação e Veículos do Detran-MT, Alessandro de Andrade, destaca que os candidatos que tiveram seus processos prorrogados devido à pandemia de Covid-19 devem finalizar suas etapas até o prazo estipulado. Atualmente, existem 87.249 processos em aberto, de 2019 a 2023, que podem ser cancelados caso não sejam concluídos a tempo. “Esses candidatos correm o risco de perder todas as etapas realizadas e precisarão iniciar um novo processo de habilitação”, alerta Alessandro.

O Detran-MT recomenda que os candidatos procurem seus CFCs para finalizar os processos ao longo do ano. Agendar exames na última hora pode resultar em transtornos, especialmente com a maior procura nos meses finais de 2024. Alessandro de Andrade observa que, nos primeiros meses de 2024, houve uma queda nos agendamentos para a prova prática. “Em Cuiabá, oferecemos 150 vagas diárias para a prova prática, mas apenas 50% são preenchidas”, comenta o diretor.

Candidatos em processo de obtenção da CNH em mais de uma categoria, mas que forem aprovados em pelo menos uma até 31 de dezembro de 2024, terão a CNH emitida para a categoria aprovada. Para adicionar outras categorias, será necessário iniciar um novo processo, incluindo novos exames de saúde, curso e prova prática.

O presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos, informa que a instituição está empenhada em atender todos os candidatos que já podem realizar a prova prática. “Realizamos exames teóricos diariamente em 70 municípios e ampliamos as bancas examinadoras práticas. No entanto, aconselhamos que os candidatos não deixem para a última hora, pois atendemos 126 municípios e o número de vagas por turma é limitado”, orienta Vasconcelos.

Para os processos de primeira habilitação iniciados em 2024, o prazo para conclusão é de 12 meses, sem possibilidade de reativação ou prorrogação, conforme a portaria nº 357 de 2023 da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

Os candidatos devem estar atentos aos prazos e buscar finalizar seus processos de habilitação o quanto antes para evitar contratempos. A conclusão dentro do prazo estipulado é essencial para garantir a emissão da CNH e evitar a necessidade de reiniciar o processo.


Fonte: Roberto Felippe Santiago | DETRAN-MT

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Menino de 3 anos cai em trilhos e é salvo momentos antes da chegada de trem; veja

Imagens de câmeras de segurança, flagraram o momento que um menino de 3 anos cai em trilhos e é salvo momentos antes da chegada de trem na Inglaterra.

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