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Cuiabá aplica R$ 37,6 mil em multas e interdita condomínio abandonado na região Centro-Sul

A Prefeitura de Cuiabá deu continuidade, nesta segunda-feira (8), à Operação Escudo Urbano, que resultou na interdição preventiva de um condomínio residencial abandonado na Rua Nossa Senhora de Santana, região Centro-Sul da capital. A ação conjunta envolveu as secretarias de Ordem Pública (Sorp), Infraestrutura e Obras, Defesa Civil, Vigilância em Saúde Ambiental, Limpurb e a concessionária Energisa.

Durante a fiscalização, os agentes lavraram multas que totalizam R$ 37,6 mil diante das irregularidades constatadas. As equipes já iniciaram os trabalhos de remoção de resíduos e limpeza da área, cujos custos serão integralmente repassados aos proprietários do empreendimento. A Energisa, por sua vez, retirou cabos e fiações sem uso e desligou os pontos de energia existentes para eliminar riscos elétricos.

De acordo com a secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, a decisão foi motivada pelas condições críticas do imóvel. “A Defesa Civil já havia condenado a edificação em laudo anterior. Agora, com acesso ao interior, percebemos que a situação é ainda mais grave. Identificamos focos de proliferação do Aedes aegypti, além de morcegos, pombos e escorpiões”, detalhou. Ela destacou ainda que a responsabilidade pela manutenção é dos donos, que arcarão com os custos da operação e poderão responder judicialmente.

O diretor da Defesa Civil, capitão Marcelo Cerqueira, informou que o primeiro relatório técnico sobre o condomínio foi elaborado em dezembro de 2025, mas à época as equipes não conseguiram acessar o interior. “Agora, com a entrada autorizada, verificamos que das 30 unidades, várias têm estruturas danificadas e muito lixo acumulado. A Limpurb já começou a intervenção”, explicou. Um novo laudo será concluído para embasar as providências dos órgãos competentes.

A Vigilância em Saúde Ambiental também participou da ação. O biólogo Jesse Martins afirmou que a medida mais eficaz para o local é o manejo ambiental, já que o controle químico não é indicado. “Encontramos vestígios de morcegos e larvas que serão analisadas em laboratório. O foco é eliminar os abrigos que favorecem a permanência desses animais”, disse.

Ao todo, foram aplicados dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, de R$ 10,4 mil, por lote não limpo e criadouros de vetores, com prazo de 30 dias para regularização. O segundo, de R$ 27,2 mil, por risco estrutural grave e insegurança pública, com 90 dias para correção. Como três tentativas anteriores de notificação dos responsáveis não tiveram êxito em 2025, a prefeitura adotou a interdição preventiva, respaldada pela Portaria nº 36/2026. O caso será encaminhado à Procuradoria-Geral do Município para análise de medidas judiciais.

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Veja Vídeo – Morte em UPA de MG: Mulher morre após gravar vídeos denunciando falta de médicos

 

Brenda Larissa Maia, de 32 anos, morreu na UPA de Justinópolis, em Ribeirão das Neves (MG), após procurar atendimento por fortes dores no peito. Ela tinha fibromialgia e cardiopatia. Antes de morrer, Brenda gravou vídeos relatando problemas no atendimento da unidade. A família suspeita de negligência médica e cobra esclarecimentos sobre o caso.
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Veja Vídeo – Crianças são sacudidas e telhado desaba durante terremoto nas Filipinas; veja

 

Alunos de uma escola primária em Malita, nas Filipinas, viveram momentos de tensão durante o terremoto de magnitude 7,8 que atingiu o país na segunda-feira (8). Vídeos mostram crianças e professores sendo sacudidos pelo tremor, enquanto o telhado de uma estrutura dentro da escola desabou perto de onde os alunos buscavam abrigo. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. O terremoto deixou mais de 30 mortos e dezenas de feridos, além de provocar destruição e alertas de tsunami na região.
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Veja Vídeo – ‘Gangue’ de quatis invade casa e deixa bagunça e destruição, no Paraná; veja vídeo

 

Morador informou que animais entraram no imóvel enquanto família estava fora. Em uma hora, animais destruíram decorações, sujaram móveis e rasgaram sacos de comida. Caso aconteceu em Londrina.
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O que sabemos sobre a investigação de Virginia?

Fonte: Gazeta Digital, créditos da imagem: Reprodução/Instagram/@virginia

A influenciadora e empresária Virginia Fonseca passou a ser alvo de uma investigação conduzida pela Polícia Federal após movimentações financeiras consideradas atípicas serem identificadas em relatórios produzidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Até o momento, Virginia não foi denunciada nem acusada formalmente de qualquer crime.

Como começou a investigação
A investigação teve origem em Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) elaborados pelo Coaf a partir de comunicações feitas por instituições bancárias. Esses relatórios são usados para alertar autoridades sobre operações financeiras consideradas fora do padrão ou que mereçam análise adicional. A existência dos documentos, porém, não significa automaticamente que houve irregularidade.

O objetivo da apuração é verificar a legalidade das operações financeiras envolvendo a influenciadora e empresas ligadas a ela, além de analisar a origem dos recursos movimentados e apurar possíveis crimes financeiros, fiscais ou relacionados à lavagem de dinheiro.

O foco sobre a Talismã Digital
Uma das principais operações analisadas envolve a Talismã Digital, empresa de mídia administrada por Virginia e pelo ex-marido, o cantor Zé Felipe. De acordo com os relatórios citados nas reportagens, a companhia recebeu R$ 22,4 milhões entre março e setembro de 2024.

Desse total, cerca de R$ 17,7 milhões teriam sido transferidos pela empresa AMP Pay Marketing e Negócios por meio de cinco operações via Pix. As movimentações chamaram a atenção do Banco Santander porque a AMP Pay estaria enquadrada no Simples Nacional, regime tributário voltado para empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.

Outro ponto destacado nas reportagens é que a empresa estaria registrada em um box comercial em Itajaí, Santa Catarina, e aparentaria não ter capacidade financeira compatível com o volume das transações realizadas.

A ligação da Wepink com a investigação
Outro eixo da investigação envolve a Wepink, marca de cosméticos que se tornou o principal negócio de Virginia. A empresa foi fundada em parceria com os empresários Samara Cahanovich Martins e Thiago Stabile e teria alcançado faturamento de cerca de R$ 1,3 bilhão em 2025.

A origem da empresa também passou a ser analisada após surgirem informações sobre negócios anteriores de Stabile. Antes da criação da Wepink, ele era sócio da Pink Lash, empresa que teve participação de Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como “Japa do PCC”, apontada como companheira de um integrante do Primeiro Comando da Capital. Posteriormente, segundo os textos publicados, os sócios romperam com Karen e fundaram a Wepink ao lado de Virginia e do empresário chinês Chaopeng Tan.

Relação com a CPI das Bets
A investigação da PF acontece após Virginia ter sido um dos nomes citados na CPI das Bets, instalada no Senado Federal para investigar a atuação de empresas de apostas esportivas e influenciadores digitais. Em maio de 2025, a comissão aprovou um requerimento para que o Coaf elaborasse relatórios sobre movimentações financeiras da influenciadora entre janeiro de 2023 e abril de 2025.

Virginia prestou depoimento à CPI e negou ter lucrado diretamente com as perdas de apostadores em campanhas publicitárias de casas de apostas. Embora o relatório final da comissão tenha pedido o indiciamento de diversas pessoas, incluindo a influenciadora, o parecer acabou rejeitado no Senado, encerrando a CPI sem consequências diretas contra ela.

O que diz a defesa de Virginia

A defesa da influenciadora afirma que não houve qualquer prática ilícita e sustenta que todas as movimentações financeiras possuem justificativa documental. A empresária também nega irregularidades em suas empresas e afirma atuar dentro da legislação.

Nos últimos dias, Virginia voltou ao centro das atenções após ter sido hostilizada durante um amistoso da Seleção Brasileira no Maracanã. Em publicações feitas no Instagram, ela afirmou estar cansada de julgamentos públicos e disse ter se sentido “acuada” diante dos ataques recebidos.

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Vídeo – Acusado diz que matou vítima a pedradas e queimou corpo

Acusado de matar Josivany Borges de Amorim Rodrigues, 45, foi preso nesta segunda-feira (8), no Dom Aquino, em Cuiabá, e admitiu o crime. Identificado como Gabriel Junio de Almeida Dirceu, ele alegou à imprensa que matou a mulher a pedradas e depois queimou o corpo.

Ele chegou à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) por volta das 17 horas, com o rosto coberto pela camisa, e falou pouco. Apenas detalhou que conheceu a vítima em uma “boca de fumo” naquela noite e a chamou para consumir entorpecentes.

No trajeto até o local que queria levá-la, houve desentendimento e ele a empurrou para o matagal, onde desferiu vários golpes com pedras na cabeça da vítima. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) atestou que Josivany morreu por traumatismo craniano.

Depois do feminicídio, ele queimou o corpo com gasolina que comprou em um posto horas depois.

Segundo investigação, o homem ficou pelo menos três horas com a vítima no terreno baldio.

Ele será interrogado ainda hoje e, posteriormente, encaminhado para audiência de custódia.

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Conversa entre Faissal Calil e Roberto Zampieri acendeu alerta para possível venda de sentença

Fonte: Gazeta Digital, créditos da imagem: Fred Moraes

O caso em que uma empresa teria transferido R$ 1 milhão para obter favorecimento em uma ação de reintegração de posse em Rondonópolis (215 km ao Sul), levou o deputado estadual Faissal Calil (PL) para as investigações sobre um esquema de venda de sentenças no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Entre os elementos que embasaram a ordem de busca e apreensão contra o parlamentar está uma conversa trocada com o falecido advogado Roberto Zampieri, dois dias antes de o desembargador Dirceu dos Santos tomar decisão favorável à empresa em questão.

Conforme a decisão do ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Procuradoria da República em Rondonópolis foi procurada pela Associação dos Trabalhadores Rurais da Gleba Santo Expedito, na cidade de Claúdia. Eles denunciaram que a empresa Industrial Madeireira AS havia supostamente pago R$ 1 milhão para obter decisão favorável em um processo sobre reintegração de posse.

O caso, que teve início em 2009, conforme o sistema de consulta pública do Judiciário de Mato Grosso, chegou à segunda instância em 2021. Até então, todas as decisões haviam sido favoráveis à associação. Mas Dirceu dos Santos julgou de forma contrária.

“A autoridade policial sustenta que a distribuição dos recursos teria ocorrido em descompasso com as regras de prevenção e de competência interna do Tribunal de Justiça, especialmente porque os recursos anteriores relacionados ao mesmo conflito agrário vinham sendo distribuídos às Câmaras de Direito Público e Coletivo”, diz trecho da decisão do ministro. Além disso, é citado que Faissal Calil, que havia atuado como assessor de gabinete de Dirceu dos Santos, foi habilitado no processo e atuou como “articulador estratégico para o direcionamento do feito ao magistrado investigado”.

Conforme a decisão, dois dias antes da decisão final de Dirceu, Faissal trocou mensagens com Roberto Zampieri sobre o caso e o falecido advogado assegurou que a decisão seria aquela que eles tinham acordado. Para a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, isso demonstra que houve uma combinação prévia da decisão judicial.

Roberto Zampieri foi assassinado com 12 tiros ao deixar o seu escritório no início da noite de 5 de dezembro de 2023. A execução, que teria ocorrido por uma disputa de terra, evoluiu de uma investigação de homicídio comum para o epicentro de um dos maiores escândalos de corrupção do Judiciário. A partir do conteúdo do seu telefone celular, diversos magistrados em todo o país passaram a ser investigados por envolvimento em uma rede de venda de sentenças judiciais.

Laranja do desembargador

As investigações da Polícia Federal apontam que o desembargador afastado Dirceu dos Santos teria utilizado uma complexa estrutura financeira e patrimonial para ocultar o recebimento de supostas vantagens indevidas com ajuda do deputado bolsonarista Faissal Calil (PL). PF identificou depósitos e saques que somam R$ 3,2 milhões.

As informações foram obtidas a partir da análise de dados extraídos de aparelhos celulares, relatórios de inteligência financeira e compartilhamento de informações com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Segundo a apuração, o magistrado contava com a atuação do deputado estadual Faissal, apontado pelos investigadores como pessoa de sua confiança e responsável por operacionalizar movimentações financeiras e patrimoniais. Faissal trabalhou no gabinete de Dirceu entre 2017 e 2018. Em 2018, foi eleito deputado estadual e tomou posse no ano seguinte.

A investigação sustenta que o parlamentar teria atuado como intermediário em operações relacionadas ao recebimento de recursos, pagamento de despesas familiares e negociações imobiliárias realizadas por meio de terceiros, com o objetivo de conferir aparência de legalidade às transações.

O relatório também aponta que a quebra de sigilos e a análise bancária revelaram uma movimentação financeira considerada incompatível com as justificativas apresentadas pelos investigados. Entre os elementos identificados estão depósitos e saques em espécie que, somados, ultrapassam R$ 3,2 milhões.

Além disso, a Polícia Federal identificou transferências financeiras sem justificativa negocial aparente, realizadas por empresas ligadas ao agronegócio que possuíam disputas judiciais em tramitação no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Dirceu dos Santos está afastado desde março por determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por suspeitas de obtenção de vantagens e troca de decisões judiciais. O seu patrimônio é avaliado em mais de R$ 16 milhões, o que seria incompatível com o que ganha na magistratura.

O desembargador também é dono de um apartamento de R$ 1 milhão no bairro Duque de Caxias, região nobre de Cuiabá. Na descrição da relação de bens, o apartamento no edifício Vila Real foi adquirido “por permuta” em conjunto com o deputado estadual Faissal Calil.

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Luma Cesar mostra presentes trazidos do Japão pelos pais e se declara: ‘Amo vocês’

Fonte: Top Famosos
Foto: Reprodução/Instagram

Luma Cesar, de 25 anos, compartilhou nesta segunda-feira (8), um momento especial em família ao lado dos pais, o jornalista Cesar Filho e a apresentadora Elaine Mickely. Nas redes sociais, a influenciadora mostrou os mimos que o casal trouxe do Japão para os netos, Arthur e a pequena Luiza, que ainda estão à caminho.

Nos registros, a família aparece admirando pares de sapatos amarelos combinando, escolhidos especialmente para os avós e os netos. Arthur será o primeiro filho de Luma com o empresário inglês Ed Beccle, enquanto Luiza será a primeira de seu irmão, Luigi Lorenzo.

Ao compartilhar o momento, Luma demonstrou entusiasmo com a ideia de ver todos usando os acessórios iguais. “Eles voltaram do Japão com mimos para Arthur e Luiza combinando com os avós. Imagina esses quatro combinando!”, escreveu ela na legenda, divertindo os seguidores e reforçando o clima de carinho e união familiar. Confira:

Luma Cesar exibe tênis combinando que Cesar Filho e Elaine Mickely trouxeram do Japão para os netos — Foto: Reprodução/Instagram

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Isis Valverde revela quem deu o primeiro passo no romance com Marcus Buaiz

Fonte: Top Famosos
Foto: Reprodução/Instagram

Entrando no clima do Dia dos Namorados, celebrado no Brasil em 12 de junho, a atriz Isis Valverde, de 39 anos, abriu o coração ao responder uma enquete nos Stories do Instagram. Casada com o empresário Marcus Buaiz, de 47 anos, ela revelou detalhes sobre o início da história de amor do casal.

Ao interagir com os seguidores, Isis contou que foi Marcus quem tomou a iniciativa para a aproximação. “Ele me chamou para jantar”, respondeu a artista, ao ser questionada sobre quem deu o primeiro passo no relacionamento.

A atriz também revelou que os dois estão juntos há três anos. O casal oficializou a união no civil em dezembro de 2024 e celebrou o casamento com uma grande festa em maio do ano passado, reunindo familiares e amigos em uma cerimônia marcada por momentos especiais.

 

 

Isis Valverde responde perguntas sobre o relacionamento com Marcus Buaiz — Foto: Reprodução/Instagram

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Veja Vídeo: Acusado de matar a própria filha de 12 anos em Várzea Grande presta depoimento

O homem de 42 anos, suspeito de espancar a adolescente Olga Beatriz Santos da Silva até a morte, foi ouvido pela Polícia Civil na manhã desta segunda-feira e deixou a unidade sem falar com a imprensa, a TV Toninho de Souza acompanhou o momento.

 

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