Atleta mato-grossense acende onda nacional ao entrar na arena de botina e calça jeans; movimento já soma milhões de acessos e imitadores por todo o Brasil.
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Após quase dois anos paralisada, a construção da Unidade de Saúde da Família (USF) no bairro José Carlos Guimarães, em Várzea Grande, será retomada. A viabilização ocorreu por meio da articulação do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB) junto ao governo do estado, atendendo a uma solicitação do presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Vanderlei Cerqueira (MDB).
O avanço foi possível graças à aprovação, pela Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB/MT), de um cofinanciamento estadual excepcional no valor de R$ 1.965.654,23 destinado à conclusão da unidade. A autorização consta na Resolução CIB/MT nº 255, publicada no Diário Oficial do Estado em 27 de maio, e o recurso será repassado pelo governo estadual à prefeitura de Várzea Grande, responsável pela execução da obra.
De acordo com Botelho, a demanda foi levada a ele pelo vereador Wanderley Cerqueira, que acompanhava de perto a situação e cobrava uma solução para atender os moradores da região. “Recebi essa reivindicação do vereador Wanderley, que conhece de perto as necessidades da comunidade. Trabalhamos junto ao governo do estado e à Secretaria de Estado de Saúde para encontrar uma solução e garantir os recursos necessários”, afirmou o parlamentar.
O presidente da Câmara de Várzea Grande destacou a importância da retomada para as famílias do bairro e celebrou a parceria com o deputado. “Essa é uma obra que estava parada há quase dois anos e que vai beneficiar centenas de famílias com atendimento de saúde mais próximo, digno e de qualidade”, disse Wanderley Cerqueira. Ele também lembrou outras ações conjuntas, como a entrega de 325 títulos definitivos no Jardim Manaíra.
A unidade de saúde foi iniciada com recursos próprios do município, mas acabou interrompida. Agora, a conclusão da estrutura física será viabilizada com o investimento estadual. Em etapa posterior, haverá participação do governo federal, por meio de habilitação junto ao Ministério da Saúde, o que permitirá o recebimento de verbas para custeio dos serviços, manutenção da unidade e remuneração das equipes de profissionais.
Para Wanderley Cerqueira, a união entre os poderes tem sido essencial para transformar demandas antigas em resultados concretos. “Quando trabalhamos juntos, ouvindo a população e buscando soluções, conseguimos destravar projetos importantes e levar mais qualidade de vida para quem mais precisa”, concluiu. A futura USF ampliará o acesso à atenção básica na região, oferecendo mais conforto, agilidade e qualidade no atendimento.
Na tarde desta segunda-feira (8), a Polícia Civil localizou uma residência no bairro Jardim Nova Era, em Rondonópolis, que funcionava como um verdadeiro laboratório para o preparo e adulteração de cocaína a serviço de uma facção criminosa. A ação foi conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.
De acordo com as investigações, o imóvel era utilizado para misturar cocaína com substâncias como cafeína e tetracaína, uma prática conhecida por aumentar o volume da droga e, consequentemente, ampliar os lucros da organização criminosa. O esquema foi descoberto no âmbito da Operação Imperium, deflagrada em fevereiro de 2026, durante o levantamento patrimonial voltado ao combate ao crime organizado. O laboratório funcionava sob o comando de um investigado apelidado “Vovózona”, principal alvo da operação.
No local, os policiais apreenderam aproximadamente 20 quilos de cocaína pura, além de diversos insumos utilizados na mistura e no refino da droga, maquinários, instrumentos, R$ 3.674 em espécie e um veículo VW Voyage de cor cinza. A estrutura encontrada evidenciava uma operação logística planejada para maximizar os ganhos ilícitos da facção.
Um homem de 37 anos, que estava no imóvel no momento da abordagem, foi preso em flagrante. Ele responderá pelos crimes de promover ou constituir organização criminosa, tráfico ilícito de drogas e associação para o tráfico. As autoridades seguem com as investigações para identificar outros envolvidos e aprofundar o rastreamento patrimonial da facção.
A ação representa mais um passo no enfrentamento ao crime organizado em Mato Grosso, especialmente em Rondonópolis, segunda maior cidade do estado. O laboratório desarticulado evidencia o nível de estruturação das facções na região, que investem em operações de adulteração para expandir o mercado ilegal de entorpecentes.
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra-MT) informa que a Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, terá o trânsito completamente bloqueado no próximo sábado (13) e domingo (14), no trecho em frente ao Todimo Lar Center. A interdição é necessária para o lançamento de vigas do novo viaduto em construção no local.
De acordo com a Sinfra, a operação exigirá o uso de guindastes posicionados sobre a pista, o que inviabiliza qualquer passagem de veículos durante os trabalhos. Essa etapa da obra é considerada essencial para que, em seguida, sejam construídas as pistas definitivas por onde o tráfego passará após a conclusão do viaduto.
A interdição começa no início da manhã de sábado e se estende até o fim da noite de domingo. Caso os serviços sejam finalizados antes do prazo previsto, a liberação do fluxo poderá ocorrer de forma antecipada, ainda que em meia pista.
Para os motoristas que trafegam pela Miguel Sutil no sentido Rodoviária e Centro de Cuiabá, o desvio será feito pelo novo elevado construído na região. Eles deverão acessar o caminho à esquerda, passar pelo pequeno viaduto (como se estivessem na contramão) e retornar à Avenida Miguel Sutil em frente ao supermercado Comper.
Já para quem segue no sentido contrário, em direção ao bairro Coxipó, a orientação é desviar pela rua Estrela do Norte, paralela à Miguel Sutil, e depois virar à direita na rua Desembargador Trigo de Loureiro. O trajeto leva até a Avenida do CPA, no retorno próximo à Decorliz Lar Center, de onde é possível seguir novamente até a Miguel Sutil. A Sinfra recomenda atenção à sinalização e planejamento antecipado das rotas.
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Adjunta de Atenção Hospitalar, instalou cinco novos respiradores na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica do Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC). O investimento, de R$ 327.450,00, foi feito integralmente com recursos próprios do município e tem como objetivo qualificar o atendimento a crianças em estado grave.
Os equipamentos são fundamentais para o suporte ventilatório de pacientes pediátricos com dificuldades respiratórias graves. Dotados de tecnologia moderna e recursos avançados de monitoramento, os novos respiradores oferecem mais precisão, segurança e eficiência nos cuidados intensivos, beneficiando diretamente a rotina da equipe multiprofissional da unidade.
O Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá conta atualmente com 192 leitos e é referência em atendimentos de média e alta complexidade não apenas para a capital, mas também para diversos outros municípios da região. A ampliação da capacidade da UTI Pediátrica fortalece a estrutura hospitalar e melhora as condições de tratamento das crianças internadas.
A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destacou que a aquisição reflete o compromisso da gestão com a assistência humanizada e de qualidade. “Investir em equipamentos modernos é investir diretamente na vida das pessoas. Esses novos respiradores representam mais segurança para nossas crianças, melhores condições de trabalho para as equipes e mais qualidade no atendimento”, afirmou.
Já a secretária adjunta de Atenção Hospitalar e Complexo Regulador, Erika Carvalho, ressaltou a importância dos respiradores para o cuidado intensivo pediátrico, especialmente em casos que exigem suporte contínuo e monitoramento rigoroso. Segundo ela, os equipamentos modernizam a estrutura da UTI e proporcionam mais segurança clínica aos pacientes, contribuindo para melhores resultados e uma assistência mais acolhedora às famílias.
A Polícia Civil prendeu na última segunda-feira (8) o autor do feminicídio contra uma mulher de 45 anos, encontrada com o corpo carbonizado em Várzea Grande. O suspeito foi localizado no bairro Dom Aquino, em Cuiabá, após uma semana de buscas intensas realizadas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O crime ocorreu no dia 1º de junho, quando o Corpo de Bombeiros foi acionado para apagar um incêndio em um terreno baldio no bairro Centro-Sul, em Várzea Grande. Ao controlar as chamas, os militares encontraram um corpo feminino parcialmente queimado. A vítima estava sem roupas, apresentava lesões na cabeça e sinais de carbonização, além de estar coberta por um tanque de lavar roupas danificado, o que indicava tentativa de ocultação do cadáver.
A vítima foi identificada posteriormente pelo Instituto Médico Legal como Josivany Borges de Amorim Rodrigues, moradora do bairro Costa Verde, em Várzea Grande. Desde a localização do corpo, a DHPP realizou diversas diligências, incluindo análise de imagens de câmeras de segurança e coleta de informações em pontos da região frequentados por pessoas em situação de vulnerabilidade social.
As investigações apontaram que o suspeito foi visto na companhia de Josivany na véspera do crime. Os policiais também identificaram o posto de combustível onde ele comprou o material utilizado para atear fogo no corpo da vítima. Após uma denúncia anônima, familiares do suspeito colaboraram com a polícia: a avó informou que ele havia ligado dizendo ter feito uma “merda” e que estava escondido em uma região de mata.
Os investigadores intensificaram as buscas e localizaram o suspeito na tarde de segunda-feira no bairro Dom Aquino, em Cuiabá. Durante o deslocamento para a delegacia, ele confessou o feminicídio e indicou onde havia escondido as roupas usadas no crime. Os objetos foram encontrados em uma residência abandonada na Avenida Filinto Müller, em Várzea Grande, e apreendidos para perícia.
O suspeito foi interrogado pela delegada Jéssica Cristina de Assis e autuado em flagrante por feminicídio consumado. Ele alegou que manteve relações consentidas com a vítima e que ela tentou atacá-lo com uma faca para roubar sua droga. Diante da gravidade dos fatos, a delegada representou pela conversão da prisão em flagrante para preventiva, e o acusado foi colocado à disposição da Justiça. As investigações seguem para esclarecer totalmente as circunstâncias e a motivação do crime.
Na manhã desta terça-feira (8), a Polícia Civil de Mato Grosso cumpre 48 ordens judiciais no âmbito da Operação Interface, uma força-tarefa interestadual deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul. O objetivo é desmantelar uma organização criminosa especializada em estelionatos eletrônicos por meio do golpe conhecido como “Falso Executivo”.
Ao todo, são 87 ordens judiciais autorizadas, sendo 60 mandados de busca e apreensão e 27 mandados de prisão. As ações ocorrem simultaneamente nos estados de Mato Grosso e Rio Grande do Norte. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de todas as contas bancárias vinculadas aos investigados.
Em Mato Grosso, as diligências são coordenadas pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá. Foram expedidos 32 mandados de busca e apreensão e 16 de prisão, com alvos concentrados na capital e no município vizinho de Várzea Grande. O cumprimento das medidas conta com o apoio de outras especializadas, como homicídios, roubos e furtos, e a 2ª Delegacia de Cuiabá.
A investigação, conduzida pela 3ª Delegacia de Polícia de Canoas (RS), revelou uma rede criminosa bem estruturada que utilizava “conteiros”, pessoas que emprestam contas bancárias para receber valores ilícitos e uma estratégia de pulverização financeira. O dinheiro era rapidamente fracionado e enviado a dezenas de contas em diferentes estados, dificultando bloqueios judiciais e o rastreamento dos recursos.
O prejuízo causado pelo grupo a uma empresa do setor industrial gaúcha ultrapassou R$ 193 mil. O golpe começou quando uma assistente financeira recebeu mensagens de um número de telefone que exibia a foto do presidente da indústria. Como o executivo estava em viagem e já havia feito solicitações similares por mensagem, a funcionária não desconfiou e realizou as transferências para contas indicadas pelo falso diretor.
Dois dias depois, ao perceber o alto valor dos pagamentos e o curto intervalo entre as solicitações, a vítima resolveu verificar o número utilizado. Foi quando constatou que o contato não correspondia ao telefone verdadeiro do presidente. A ocorrência foi registrada, e as apurações apontaram que o golpe foi executado a partir da região de Cuiabá (MT), com parte dos valores sendo enviada a criminosos residentes em outra unidade da Federação.
Além dos “conteiros”, a organização contava com os chamados “tripeiros”, responsáveis por recrutar titulares de contas em troca de comissões, além de gerentes, executores e articuladores do esquema. Os suspeitos, segundo a polícia, possuem extensa ficha criminal por delitos semelhantes. As investigações tiveram apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) e das polícias civis do Mato Grosso e do Rio Grande do Norte.
A delegada Luciane Bertoletti, responsável pelas apurações, alerta que esse tipo de golpe está cada vez mais comum no meio corporativo. “Os criminosos estudam a estrutura das empresas, identificam executivos e funcionários do setor financeiro e usam fotos, nomes e informações públicas para criar perfis falsos muito convincentes”, afirmou. A recomendação às empresas é adotar protocolos rígidos de dupla confirmação para qualquer transferência relevante, especialmente em casos de urgência ou alteração de contas. A operação integra ainda o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para 2026, batizado de Operação Pharus, voltado ao combate às fraudes eletrônicas.
O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (8) a suspensão temporária da vacinação com o imunizante Butantan-DV contra a dengue. A medida, de caráter preventivo, foi adotada para aprofundar a investigação de eventos adversos raros identificados durante o monitoramento pós-vacinação.
A decisão foi tomada em conjunto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) após o registro de 42 casos com sinais de alerta, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes e sangramentos. Desses, três foram classificados como graves, incluindo dois óbitos. Até o momento, não há comprovação de relação causal entre os casos e a vacina.
A estratégia de vacinação com a Butantan-DV vinha sendo aplicada em municípios selecionados pelo Ministério da Saúde e não faz parte da campanha atualmente realizada em Cuiabá. Mesmo assim, a Secretaria Municipal de Saúde da capital mato-grossense acompanha as orientações dos órgãos federais e mantém vigilância permanente sobre os casos suspeitos da doença.
A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destacou que a medida demonstra o compromisso das autoridades sanitárias com a segurança da população. “Todo novo imunizante passa por um processo contínuo de monitoramento após sua introdução. A suspensão temporária permite uma análise mais aprofundada dos casos registrados, garantindo transparência e segurança em todas as etapas”, afirmou.
O Ministério da Saúde orienta que as pessoas imunizadas observem seu estado de saúde por até 21 dias após a aplicação. Em caso de sintomas como febre, dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos, tontura ou sonolência excessiva, a recomendação é procurar atendimento médico imediatamente. As unidades de saúde de Cuiabá permanecem preparadas para atender pacientes com sintomas suspeitos de dengue.
Apesar da suspensão temporária da vacina, o Ministério da Saúde mantém todas as demais ações de enfrentamento à dengue, como vigilância epidemiológica, eliminação de criadouros do Aedes aegypti e campanhas educativas. Dados da pasta apontam queda expressiva da doença em 2026: até maio, foram registrados cerca de 365 mil casos prováveis no país, número 94% menor que no mesmo período de 2025, com redução de 97% nos óbitos.
Durante o feriado de Corpus Christi, entre quinta-feira (4) e domingo (7), a Concessionária Nova Rota do Oeste registrou 502 atendimentos a motoristas que enfrentaram algum tipo de pane veicular na BR-163. A média foi de um chamado a cada 11 minutos ao longo dos quatro dias de operação especial na rodovia.
A empresa mobilizou a Operação Rota à Vista, com efetivo reforçado e realocação das equipes para os trechos de maior concentração de ocorrências, visando oferecer socorro mais rápido aos usuários da via.
As panes mecânicas foram a principal causa dos acionamentos, somando 349 casos, o que equivale a 69,5% do total registrado. Em seguida, aparecem 57 ocorrências relacionadas a problemas nos pneus, 39 panes secas (falta de combustível), 38 panes elétricas e 19 casos de superaquecimento do motor. O dia mais crítico foi a quinta-feira (4), com 131 motoristas precisando de apoio operacional.
Cerca de 55% dos condutores atendidos conseguiram prosseguir viagem ainda no local, após o suporte das equipes. Os demais precisaram ser removidos por guincho até pontos de apoio, como postos de combustível, oficinas e borracharias.
O diretor de Operações e Tecnologia da Nova Rota do Oeste, Wilson Ferreira, destacou a importância da manutenção preventiva. “Grande parte das ocorrências atendidas poderia ser evitada com uma revisão simples antes de pegar a estrada. Verificar pneus, freios, sistema elétrico, nível de óleo e combustível ajuda a evitar paradas inesperadas e contribui diretamente para a segurança viária”, afirmou.
Além dos atendimentos mecânicos, 40 usuários passaram mal durante a viagem e buscaram assistência clínica nas bases SAU da BR-163, disponíveis a cada 50 quilômetros em média. A concessionária lembra que seu canal de atendimento funciona 24 horas pelo telefone 0800 065 0163, também disponível no WhatsApp, onde motoristas podem solicitar socorro médico, mecânico e obter informações sobre as condições da rodovia.
A quinta fase da Operação Telefone Sem Fio foi realizada no último domingo (8), na Avenida Comandante Costa, região Centro-Sul da capital mato-grossense. A iniciativa visa eliminar cabos clandestinos e estruturas obsoletas fixadas nos postes da rede elétrica, com o objetivo de aumentar a segurança da população e promover a reorganização da paisagem urbana.
Ao longo da ação, foram retirados 1.156 metros de cabos sem registro ou sem função operacional, o que totalizou 130 quilos de material removido das vias públicas. A força-tarefa contou com a coordenação da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp) e da concessionária Energisa, responsável pelo fornecimento de energia no estado.
As empresas proprietárias dos cabos haviam sido notificadas oficialmente com 30 dias de antecedência. Além da comunicação formal, os órgãos envolvidos também convidaram as companhias a participarem das ações de regularização e adaptação das redes.
Leonardo Lira, supervisor de Compartilhamento de Infraestrutura da Energisa Mato Grosso, destacou que a operação faz parte de um cronograma permanente de fiscalização. “O foco é remover cabos irregulares e sem utilização que possam representar riscos à segurança da população”, afirmou. Segundo ele, os trabalhos na Avenida Comandante Costa abrangeram um trecho específico da via, mas novas etapas estão previstas para outras regiões da cidade ainda neste mês.
A Secretaria de Ordem Pública reforçou que fios soltos ou caídos representam perigo de acidentes e comprometem a estética da capital. A operação conta ainda com o apoio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), da Secretaria de Segurança Pública (Semosp) e do Procon Municipal.